Tipos de guerras
Guerras Mundiais ou Guerras Totais
Travada entre os países europeus com objetivos políticos e econômicos. A Guerra Total é o conflito que envolve todos os recursos de um Estado.
Guerras limitadas
Maioria das guerras travadas entre Estados incapazes de sustentar um conflito longo. Campanhas rápidas visam atingir objetivo político ou econômico com o menor desgaste possível. Ex: Guerras árabe-israelenses.
Guerras de libertação ou independência
Travadas com objetivo político claro, opuseram exércitos asiáticos e africanos a europeus.
Guerras político-ideológicas
Em geral opõe grupos revolucionários e partidos a governos devido a divergências políticas. Entre os conflitos ocorridos na América Latina, este é o tipo mais frequente.
Guerras intermitentes ou crônicas
Maioria dos conflitos na Ásia e na África. Raramente atinge objetivos políticos claros ou duradouros. Prolongam-se devido a fatores étnicos ou culturais. Frequentemente explodem após guerras de independência.
Guerra civil
Conflito que envolve facções de uma mesma nação ou grupo. Possui como objetivo a separação (fratricídio) ou a tomada do poder. Ex.: Guerra dos Farrapos (Brasil), Guerra Civil Americana (Estados Unidos da América), Guerra Civil Espanhola (Espanha).
Guerra diplomática
Confronto político que considera-se o estado “ideal” da guerra, ou seja, uma guerra em que prevalece a diplomacia ou o entendimento entre os povos, a estratégia e a racionalidade do entendimento, não havendo inspiração de ordem emocional ou moralista. Geralmente encontrada em sistemas internacionais propícios ao equilíbrio de poder (vide relações internacionais), segundo Napoleão I, “…as guerras armadas nascem quando as guerras diplomáticas morrem…”
Guerra nupcial, de encadeamento ou vingança
Caracteriza-se por compreender uma nação inteira sob o objetivo de vencer uma guerra emocionalmente e psicologicamente envolvidos em um objetivo beligerante, nascido do confronto em si, gerado de disputas muitas vezes históricas ou sociológicas.
Envolve a totalidade dos esforços bélicos, ideológicos, comerciais, etc., e inclui necessariamente um elenco subjetivo cultural, histórico e antropológico, nascidos da disputa política anteriores e necessáriamente de um líder constituído para tal fim que incorporiza tal espírito beligerante de um povo historicamente ofendido, quase sempre, como já foi dito de origem histórica, social, cultural, antropológica de justiça ofendida e de paixão culturalmente desenvolvida pelo ódio de classes ou culturas ou religiões tudo concatenado e encadeado num momento histórico, como se fosse uma grade panela de pressão que explodisse, por exemplo: a Alemanha nacional trabalhista de Adolf Hitler, a Itália, e o Japão, nações do chamado Eixo, de mesmo foco político, de Benito Mussoline, que queriam transformar o mundo, durante a Segunda Guerra Mundial,chegando a envolver ou encadear também o Japão, como queriam encadear outros teatros de guerra, nas palavras de Wiston Churchil.
Guerra preservativa
Ocorre quando uma nação, estando sob a ameaça de outra, não encontra alternativa senão a de tomar a iniciativa do confronto, fazendo isso como forma de defesa. São consideradas “legais”, de acordo com a Organização das Nações Unidas(1948) ou Liga das Nações(1918).
Guerra de partida ou Ataque é a melhor defesa
A nação antecipa agressivamente o confronto, pelo conflito subversivo efervescente das massas, sem que existam provas consistentes o bastante para o justificar, antes do oponente do confronto. Ex.: invasão dos Estados Unidos da América ao Iraque, que culminou na queda de Saddam Hussein.
Guerra por procuração ou Doutrina
Nações confrontam-se indiretamente, financiando os conflitos efervescentes subvertendo as massas populares, cujos resultados dizem respeito aos interesses delas. Ex.: ocasião em que os Estados Unidos da América financiaram a Grécia contra o avanço do comunismo (vide Doutrina Truman).
Guerra fria
Nações digladiam-se através de corrida armamentista e tecnológica, espionagem ou subversão ou guerras por procuração doutrinária; por conflitos indiretos e subversivos com espionagem, sempre evitando o confronto direto, uma vez que este desencadearia uma situação sobre a qual as nações confrontantes não teriam controle, sobre a Guerra Nuclear ou Atômica, evidentemente, Terrorismo – Evidente(fim da Humanidade). Ex.: Estados Unidos da América X União das Repúblicas Socialistas Soviéticas de 1960 a 1984.
Guerra nuclear ou Terror Atômico
Também conhecida como “terrorismo – estressante”, em que foguetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e irreversível no oponente(de 1960, John Fitsgerald Kennedy e Nikitta Krubshev em Cuba, Baia dos Porcos e início do bloqueio à queda do muro de Berlim em 1989). Jamais houve esse tipo de guerra na realidade, mas a ameaça do terror eminente, da espada de Demóscristo sobre a cabeça da humanidade sempre existiu, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato e de direito a Guerra Fria entre Estados Unidos da América(seus satélites) e URSS(e seus satélites), havendo o Terceiro – Mundo(em que o Brasil, a França, a Alemanha, Portugal, Espanha e outros países faziam parte). A primeira estratégia sugerida fora a “Destruição Mútua Garantida”, ou “Mutual Assured Destruction” (MAD, “louco” ou “estressante”). Esta rezava que, se um lado atacasse, o outro revidaria, havendo apenas vencidos. Outra tática seria proposta pelos Estados Unidos da América: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratégicos do inimigo, de forma a neutralizar uma possível reação nuclear deste. Esta seria conhecida como “Estratégia de Alvos de Uso Nuclear“, ou “Nuclear Utilization Target Strategies” (ou apenas NUTS, “maluco”).
Guerra biológica
Devolve como tática de guerra o uso de agentes biológicos nocivos (vírus, bactérias, doenças, etc). Diz-se ironicamente que a conquista da América inaugurou a guerra biológica do passado, pois os europeus trouxeram consigo doenças que dizimavam as populações nativas das Américas; modernamente, segundo diversas fontes do Pentágono e muitas vezes comprovados com evidências, hoje forças políticas beligerantes, que sonham com outro estado de direito, utilizam-se dessa guerra, no envio de cartas e objetos pelo correio, após o ataque as torres gêmeas em 11 de setembro de 2001.
Guerra química
Pela primeira vez usada no primeiro confronto mundial de 1914 a 1918 e que envolve a utilização de artefatos químicos, como gases venenosos como o mostarda, venenos ou de efeito moral como napalm. Ex.: Guerra do Irã e Iraque, como parte da Guerra do Vietnam.
Guerra comercial ou econômica
Envolve a utilização de mecanismos tais como o embargo comercial e a imposição de barreiras alfandegárias. Ex.: Bloqueio continental promovido por Napoleão; embargo à África do Sul na época do Apartheid, como também o isolamento de Cuba, a partir de 1960(invasão da baia dos Porcos, até os dias de hoje).
Guerra subversiva, espionagem ou de guerrilha
É um tipo de guerra não convencional de confronto direto e general, na qual o principal estratagema é a ocultação e a extrema mobilidade de agentes autônomos, dos combatentes em digamos assim “bastidores”, chamada mais propriamente de “guerra ou confronto de guerrilheiros” – pois “subversão” é encontrada em toda ou qualquer guerra, pelos próprios agentes de Estado. Ex.: FARC, na Colômbia, e em guerras urbanas modernas, contra os diversos tipos de tráfico ilegal, que confrontam com a sociedade e a cidadania, tentando formar um “Estado Paralelo“, no exercício de poder. É utilizado também pelos Estados que pregam a invasão ideológica religiosa.
Guerra psicológica ou de propaganda
A população (de qualquer das partes) é manipulada para conseguir obter o seu apoio pela panfletagem e propaganda. A manipulação pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica,por exemplo. É guerra psicológica, a manobra em que o interessado detém a fidelidade do povo ao suprir-lhes precariamente, suas necessidades básicas sem intenção verdadeira de viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção, sem perder o foco voltado em mantê-lo (o povo) atado e fiel através do medo, ignora o fato que se trata apenas da manutenção de sua miséria sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantém calados, passivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu futuro e ignorantes de cultura e informações da verdade, o interessado não terá oponente, como exemplo temos a guerra psicológica de propaganda de Adolf Hitler no passado e modernamente na propaganda do tráfego, tentando aliciar os cidadãos de bem em uma aventura duvidosa, temos em Goebbels, o ministro da propaganda da Alemanha Nazista, que afirmou que “…uma mentira dita várias vezes, acaba se transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que a negue…” Este é o princípio norteador da chamada guerra psicológica.
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